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Aviso importante!

Por motivos de força maior a data do simulado mudará para os dias 23 e 24/11

Clube do joelho

Clube do joelho de Brasília sexta a noite (06/04/2018)! Presença de 85 pessoas! Palestra Neurotomia Genicular, palestrante DR. Romeu Krause! Veja as fotos no Facebook - clique [...]

AVISO IMPORTANTE! ATENÇÃO!

Atenção supervisores, residentes e preceptores ! Por motivo de força maior a data do simulado mudará para 01/06 e 02/06/2108! Continuará no HFA! Avisem a todos para [...]

Aprovados no título de especialista da SBOT

Devido ao excelente trabalho desenvolvido pela diretoria 2017 da SBOT DF, a aprovação no TEOT 2017 foi de 93%. Depoimento:  “Foi imprescindível a realização das aulas, simulados e [...]

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Campanha SBOT

Ortopedistas alertam que mochilas com mais de 10% do peso da criança podem causar problemas na coluna A SBOT lançou uma campanha para proteger a coluna vertebral das crianças, que não devem carregar uma mochila com mais de 10% do seu peso corporal. Assim, uma criança de sete anos com peso em torno de 20 a 22 quilos, por exemplo, estará forçando sua coluna se levar nas costas uma mochila com mais de dois quilos, avisam os ortopedistas. A campanha foi iniciada agora, enquanto a garotada se prepara para voltar às aulas. Basta os pais ajudarem na preparação da mochila para que ela não fique com peso excessivo, explica a presidente da SBOT, Patricia Moraes Barros Fucs, ortopedista pediátrica. “Um brinquedo ganho no Natal e que não precisa ser levado à escola, um livro de História carregado inutilmente num dia em que não há aula de História e principalmente bom senso impedem que a mochila pese demais, explica a especialista. O alerta cabe porque se uma criança carrega sempre uma mochila pesada demais, pode não aparecer sintoma imediato que chame a atenção, explica a ortopedista, mas sim a longo prazo. O excesso de peso muda a postura, a criança tende a caminhar um pouquinho curvada e os músculos do peito se encurtam, os das costas ficam mais fracos, pode haver uma escoliose e no futuro a qualidade de vida será afetada. A preocupação cabe porque 85% da população brasileira em algum momento tem queixa de dor nas costas. Como as crianças atualmente tendem a se movimentarem pouco, a gastar horas diante do computador ou da TV, o esporte e os exercícios que poderiam compensar pelo menos um pouco o problema, não são feitos. A boa notícia, diz Patrícia Fucs, é que se a criança usou mochila pesada muito tempo ou já tem queixas de dor, um tratamento fisioterápico é suficiente para resolver o problema e evitar sequelas futuras. Em caso de dúvida, basta levar a criança e a mochila com a carga usual ao ortopedista. “Ele vai mostrar que as duas tiras – que devem ser largas, com pelo menos 4 centímetros – precisam ser usadas sempre, nunca pendurar a mochila num ombro só, que a mochila deve ficar bem encostada nas costas e não balançando, com a base de uns 5 centímetros acima da cintura, e é preferível a mochila com cinto abdominal, para deixá-la mais firme”, explica a presidente da SBOT. O ortopedista Carlos Vassalo diz que cabe também à escola evitar o problema, seja incentivando o uso de armários, para que a criança não tenha de carregar tudo para casa e para a escola, seja recomendando o fichário, que evita um caderno para cada matéria. O olhar atento do professor pode detectar quando uma criança usa a mochila de forma inadequada e um aviso precoce de que poderá haver problema evita sequelas futuras, tanto nos músculos e ligamentos do pescoço, como na coluna lombar, no quadril e até mesmo no joelho, conclui o especialista. O tema ganha importância quando se nota que o estudante universitário, cujo corpo já está formado, geralmente carrega muito menos livros e consequentemente peso, do que as crianças do Ensino Fundamental, cujo organismo e musculatura ainda estão em formação.

Acesse o material da campanha aqui!

campanha sbot mochila

SBOT se manifesta sobre denúncia de reuso de material cirúrgico

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia vem a público manifestar preocupação diante das notícias veiculadas pela imprensa que apresentam médicos do Espírito Santo, integrantes desta sociedade, como se praticamente já tivessem sido julgados e condenados pela utilização de produtos cirúrgicos reciclados, embora tenham sido somente acusados e a apuração dos fatos esteja em andamento. A SBOT alerta que os profissionais foram alvo de uma denúncia anônima, no momento sendo apurada pelas autoridades policiais e que os acusados garantiram em seu depoimento que “nunca forneceram materiais, produtos ou serviços inapropriados para uso devido, a quaisquer de seus clientes”. A SBOT condena toda e qualquer prática ilegal, valoriza a conduta ética, tema que consta inclusive da prova de título a que submete os ortopedistas, mas não concorda com a condenação pela imprensa de profissionais antes mesmo que apresentem sua defesa. A propósito, é necessário lembrar que, ao contrário do que foi divulgado pela imprensa, o reuso de determinados materiais, desde que tenha registro ANVISA e depois de devidamente esterilizados, é prática autorizada pelas autoridades sanitárias de vários países, inclusive no Brasil pela ANVISA que, na RDC/ANVISA 156 de 11/8/2006 dispõe sobre o registro, rotulagem e reprocessamento de produtos médicos e estabelece na RE/ANVISA 2606 diretrizes para elaboração, validação e implantação de protocolos de reprocessamento de determinados produtos médicos que não constem na RE/ANVISA 2605, que estabelece a lista de produtos médicos enquadrados como de uso único e proibidos de ser reprocessados. Em 15/3/2012 a RDC/ANVISA 15 estabeleceu os requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para a saúde. Outro requisito fundamental é que os produtos para saúde utilizados no país tenham Registro ANVISA. A SBOT lembra ainda que como os insumos de Medicina são caros e muitos deles só são produzidos no exterior, é importante a prática da reciclagem e do reuso, desde que autorizada pelas autoridades sanitárias. A própria ANVISA já se manifestou anteriormente sobre o tema: “alguns produtos para a saúde podem ser utilizados mais de uma vez, serem reprocessados, em condições de segurança, prática que lhes confere maior vida útil e uso enquanto apresentarem eficácia e funcionalidade. Há normas que regulamentam essa utilização contínua”.

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Diretoria SBOT-DF

Presidente: Paulo Emiliano Bezerra Júnior
Vice-Presidente: Diogo Ranier Souto
1º secretario: José Humberto Souza Borges
2º Secretário: João Vicente Teodoro Gomes da Silva
1º Tesoureiro: Paulo Henrique Mendes de Araújo
2º Tesoureiro: Alessandro Domenico Bruno Grapis

 

Delegados:
Ériko Gonçalves Filgueira
Mario Márcio Moura Oliveira
Leônidas de Souza Bomfim
Afonso Henriques Pinto A. Fernandes

Suplentes:
Bruno Ohashi
Helio Ismael
Domingos Savio de Souza Nery
Vinicius Dias Carvalho